Mostrando postagens com marcador Cúmulo Nimbo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cúmulo Nimbo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Afinal, quem é Khaldun Tankian Muwaffaq?

A deficiente equipe do Nimbulo Cumo Cúmulo Nimbo resolveu ir à fundo no caso Muwaffaq e investigar sobre a vida e trajetória desse emblemático homem, que aterrorizou o mundo nas últimas semanas e que continua intrigando milhares de pessoas no mundo inteiro com sua misteriosa morte e sumiço.
Khaldun nasceu em Riade, no dia 13/08/1970. Abandonado em um lixão próximo à zona sul da capital árabe, MuwMuw (chamado assim por seu pai adotivo) foi recolhido por um cachorro e encontrado perto de uma bomba-relógio no sudoeste da mesma cidade.

Criado sem muito luxo, em um palácio de ouro, Khaldun teve uma infância agressiva e perturbadora. Matava e dissecava pequeninos ratos-de-esgoto, enquanto seu pai adotivo, Osaden Billama, comandava uma grande fábrica de arsenais bélicos, com o intuito de começar uma guerra contra a JKLO (Grupo armado da Arábia). Muwaffaq cresceu ouvindo e aprendendo com seu pai adotivo, enquanto no seu coração germinava a semente do amor por camelos.

"Eu o odiava. Era um menino muito querido por todos, principalmente pela criação de camelos que dispunha no palácio" - relata a primeira babá de Khaldun, Assuana Mohafedd (in memorian).

Após uma adolescência conturbada, o jovem Muwaffaq resolveu seguir os passos de seu pai adotivo e se tornar um terrorista profissional, ingressando na Agência Nacional de Terroristas (KRTI) em 1989, para ter em mãos sua própria carteira nacional de terrorismo. Depois de 8 anos recluso nas dependências da KRTI, com um enorme feixe de barba sobre sua face, Muwaffaq exilou-se no deserto com o intuito de recrutar homens, armas e camelos.

Em 2008, Khaldun conseguiu reunir 7 homens, dois camelos e algumas granadas - munimento considerado suficiente por ele - para invadir Riade e iniciar a derrubada da prefeitura municipal para tomar o poder. O fato ficou conhecido como "Invaddus fudidus" e acabou com a prisão do líder terrorista.
Depois de muitas tentativas frustradas de fuga, Khaldun foi liberado, graças ao dinheiro herdado de seu pai adotivo.

Muwaffaq já estava de volta em 2010, dessa vez mais experiente, e preparou mais homens e munições para derrotar a maior potência mundial e maior rival das famílias Billama e Muwaffaq: os EUA.

Depois de saber que o governo americano cortou a venda e entrega de camisinhas  para o seu país, Muwaffaq logo entrou em ação, criando o movimento conhecido como "Killing USA for more sex", pois a população nacional, muito fértil, começava a aumentar demais, pelo fato de não usar proteção.

Há alguns dias atrás, o movimento finalmente estourou e tomou proporções drásticas, o que exigiu medidas também drásticas do governo americano. Após muito bate boca via TwittCam, os dois líderes supostamente não chegaram a um acordo, e segundo fontes arábes, Muwaffaq estaria morto. Enquanto isso, nos EUA ninguém se pronunciou, fatos esses, que culminaram em uma entrada dos Russos na jogada, dispondo de muito material químico e nuclear. Os russos pretendem se aliar aos homens de Muwaffaq, fato o qual iniciaria a 3ª guerra mundial.

A dúvida segue na cabeça de todos:

Muwaffaq está morto?
 Ele irá ressuscitar?
  Os russos se aliarão aos terroristas?
    Qual a finalidade dos camelos de Muwaffaq?
      Porque a terra é redonda?
        Alguém está lendo esta última pergunta?
          Será que a mesma pessoa se tocou que não era a última pergunta?
         
Em breve, mais notícias sobre o caso.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Crime Passional

Crime Passional é um crime cometido por paixão, ou seja, por um indivíduo apaixonado por outro. Geralmente da mesma espécie.

Criminosos (ou pré-criminosos) passionais tendem à  deixar a emoção tomar conta e acabam fodendo fazendo merda na grande maioria das vezes (errando o tiro).


  
Mas existem as exceções. 
Conheça agora Jack Casacopreto, coadjuvante da foto acima.
O protagonista é o revolver, obviamente.

Essa é a reação que Jack causa 
quando se ouve o nome dele.

É, Casacopreto é um ser muito temido no mundo animal.
Jack não escolhe suas vítimas, ele se apaixona por elas.
Isso mesmo que você leu, se apaixona por suas vítimas.
No início do relacionamento, Jack é o macaco mais fofo do mundo. Não troca sexo por videogame, limpa toda a casa, ganha um ótimo salário e tem uma pica conta bancária incrivelmente grande. E cheia.

Sei que você, homem, está revendo seus conceitos e vocês, mulheres, já se derreteram por inteiro, mas preciso revelar que nem tudo na vida é cupcake de nutela.
 
Jack tem um tipo de namorada em mente. Ele procura certas qualidades em suas companheiras que É MELHOR você ter (se a infelicidade do destino o por no seu caminho).
A primeira delas é fácil: saber dançar tango. Se Jack se apaixonar por você, é melhor aprender a dançar antes que ele descubra  e fique decepcionado... Aí é com você e sua sociedade com a funerária, amiga.
O segundo requisito é "não gostar de coelhos". Jack não suporta coelhos. Jack odeia coelhos. Realmente deplora. Se você for pega acariciando um coelho, Jack também a acariciará. Com balas de grosso calibre.
A terceira qualidade é poder vencê-lo no Mortal Kombat. - Jack ganhou seu primeiro videogame com 4 anos de idade, o qual vinha somente com esse jogo. Jack nunca se interessou por outra coisa e, hoje, mesmo adulto, ainda vira madrugadas massacrando qualquer oponente disponível - Se puder fazê-lo, terás uma vida gratificante!
A última qualidade, a mais óbvia, é ser uma colecionadora de BeyBlades. Jack não joga, mas sente tesão em ver quem ele ama jogar.
Quem não sente?
Reza a lenda de que Jack se apaixona não pela beleza, mas pelo jeito de ser. Lindo, né?

Após o período de avaliação, se você não preencher os requisitos básicos impostos por Jack... FODEU. Você acaba de magoar >> Jack Casacopreto <<.

Só suas 645 ex-namoradas e 4 ex-noivas (todas mortas), conhecem seu magnífico poder de sedução e o preço que é pago pelo simples fato de terem sido azaradas.
Toda vez que Jack, chorando e tremendo, acerta um tiro perfeito com seu Sniper Rifle, à 4,5 Km, (distância padrão) acaba se entregando à polícia.
Por decisão unânime, é sempre sentenciado à prisão perpétua. Mas, infelizmente, quando sai, faz uma nova vítima.

Se você não sabe dançar tango, cuidado. Quatro kilômetros e meio podem a estar separando da morte.


Tenha cuidado. 
Você pode ser a próxima vítima.
Se for uma macaca, obviamente.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Desbravadores da Seringa

No início do século XX, o ciclo da borracha vivia seu auge na região Amazônica e isso contribuía fortemente com o crescimento do PIB, gerando muitos empregos nas industrias de Camisinha da região seringueira.
Seguindo os ideais Kardexianos, jovens aventureiros do sul do país partiam apé em busca de melhores condições de vida baseados na extração de ouro, que estava em baixa na região. E esse foi o caso de nossos heróis, Dieison e Kiko.
Dieison era um jovem ríspido e muito simpático. Criado por Índios em uma masmorra, Dieison cresceu vestindo-se de um jeito nú. Seu corpo era rodeado por marcas de açoite, principalmente nas unhas dos pés.
Devido às habilidades adquiridas graças à sua vida de liberdade e contato com a natureza, nosso herói conseguia sobreviver às mais árduas situações. Sua dieta diária baseava-se em insetos nativos, principalmente gafanhotos verdes silvestres.
A vida na tribo Kaigang, na região do Chuí-RS, era praticamente insustentável, e Dieson resolveu partir em direção ao norte, rumo ao seu destino pré-disposto.

Kiko era um garotinho engraçado. Vivia nas ruas, pois seus pais haviam sido assassinados brutalmente em um assassinato brutal. Nosso outro herói chegou a passar uma semana sem comida, até invadir um navio e parasitá-lo. Chegou ao Brasil escondido em um navio da corte Espanhola. Seus cabelos, devido à uma operação de megahair, atingiram um metro e noventa e nove centímetros de comprimento, o que permitia um perfeito disfarçe em situações de perigo eminente. Acabou alimentando-se de criaturas que ficavam presas em sua juba.
Kiko atracou no brasil e fugiu às pressas do navio antes que percebessem que aquela carga de feno tinha vida própria. Precisava encontrar um lugar para se estabelecer e procriar.
Decidiu seguir o vento, que naquela tarde úmida, alastrada pela seca, apontava para Noroeste.

Após quatro meses de caminhada constante, incessante e imparável, Kiko deparou-se com uma região pantanosa. Era um pântano. O Pantanal Matogrossense.

Kiko descascava uma banana descansava à sombra de um eucalipto, quando derepente ouviu ruídos metálicos e macios. Por não ter visto sequer uma pessoa por quatro meses seguidos, sacou de pronto sua arma, uma Winchester 22, e disse Touchê.
Antes que coração pudesse voltar ao normal, sentiu uma forte pancada na cabeça, e acabou atirando no próprio pé.

Acordou com um forte cheiro de pitanga em sua nuca e percebeu que já era noite, e que estava próximo à uma fogueira. Olhou ao seu redor e viu um rosto acefálico, triste, fúnebre e animado. Antes que pudessem falar algo, disseram "Quem é você, seu viadinho?" ao mesmo tempo, só que em línguas diferentes. Pensando ser uma ofensa, começaram uma guerra de pitangas.

Após três dias de batalha incessante, cansaram-se e resolveram estender a bandeira de paz, sujas pelos constantes ataques pitangais.
Kiko começou a dar aulas de espanhol para Dieison, e logo definiram o Turco como sua língua padrão de comunicação. Descobriram que tinham afinidades e gostos em comum.
Partiram em direção ao norte, em busca de trabalho e comida.
Uma amizade incrível crescia no coração dos dois. Dependiam um do outro para serem felizes, mas mesmo assim não eram homossexuais. Satisfaziam seus desejos em antas alejadas e incapacitadas.
Nem perceberam que levaram apenas dois dias para chegar ao Acre.

Kiko e Dieson no Acre.

















Depois de muito vasculhar, encontraram um homem barbudo, com roupa de profissional de sexo. Ele se chamava Osaden Billama e, além de controlar o tráfico de sexo da região, controlava também o fluxo menstrual de suas putas de extração de látex da amazônia inteira.
Vendo os corpos másculos, armados e atraentes dos nossos heróis, bolou um plano estratégico pensado, planejado e pré-definido e os convidou para passar a noite em sua casa, que se localizava no centro putológico da vila.
O motivo, todos sabiam qual era...







Treiná-los para executar um trabalho sujo e de boa remuneração.













Nossos heróis se tornaram Seringueiros!
Anos se passaram, Kiko e Dieison ficaram ricos. Enriqueceram.
Mudaram para a Bolívia onde fizeram de sua mansão a capital do tráfico de maconha híbrida manipulada.
Porém, a forte vontade de se jogar no vício os atacou repentinamente.
Nada mais tinha importância.
Trocaram toda sua fortuna por uma plantação gigantesca de 52 hectares quadrados da planta. Porém, o forte sol e a geada que atingiam a região tropical da bolívia arrazaram completamente a cultura da dupla.

Venderam seu terreno para um cidadão comum da Venezuela que, sabendo administrar aquelas terras, acabou tornando-se um ditador. Isso mesmo. Um ditador. Repito: Um ditador. Isso mesmo.
Mas isso não vem ao caso.









Nossos heróis, com o dinheiro que sobrou, investiram em material de pesca.
Partiram rumo às águas cristalinas do Rio Solimões, destinados à pescaria. Foram pescar.
Era a época mais feliz de suas vidas. Fortaleceram ainda mais sua amizade e passaram meses se reunindo à noite, à sombra de uma fogueira, comendo peixe cru e acariciando seus próprios pés injuriados.
Transavam com índias canibais. Não sabiam se eram comidos ou se comiam.
Porém, quando o sorriso não saia mais de seus rostos nem mesmo quando defecavam, um forte vendaval os fez desistir da pescaria por um tempo. Notaram que não poderiam sobreviver se não pescassem incessantemente. Precisavam alimentar as índias e à si mesmos.

Na manhã do dia Primeiro de Abril de 1945 partiram rumo ao interior do Rio Solimões para matar a curiosidade. Queriam realizar a maior pescaria de suas vidas.
Partiram às seis horas da matina, tão apressados que nem notaram que haviam esquecido seu barco. Sentados no interior da vastidão do Rio Solimões, perceberam a burrada que haviam feito e voltaram para buscá-lo.
Já com seu barco em mãos, voltaram ao mesmo ponto estratégico de pesca anterior. Porém, de uma hora pra outra, lembraram-se que seu barco estava furado e não tinha condições de flutuar sobre a água.
Nossos heróis entraram em desespero. Sua situação não podia piorar.
Além de estarem sem seus anzóis, o barco estava furado e um dilúvio acompanhado de um tubarão prego se aproximava.
Kiko e Dieison viram a morte de frente. Para evitá-la, optaram pelo suicídio.
E viveram felizes para sempre.

Meses após a tempestade findar, seus corpos nús foram encontrados repousando sobre uma pitangueira marinha. Foram empalhados e expostos em praça pública. São reconhecidos até hoje comos os desbravadores da seringa!

Amém.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A Varinha de Condão

Ou cordão, na minha infãncia.
Esta é uma postagem sobre varinhas mágicas, varas de condão, ou ainda varas mágicas.

Varinhas de condão, ou varinhas mágicas, varas de condão, ou ainda varas mágicas, são instrumentos mágicos usados por personagens de histórias infantis.

Geralmente manuseadas por criaturas como essa - que estampam qualquer tipo de coisa que o mercado distribuidor capitalista massivo aceite como viável para distribuição em massa, visando atingir criancinhas e adolescentes indefesas estimuladas desde cedo por seus tutores legais à viver a fantasia que tais ícones proporcionam - as varinhas de condão, ou varinhas mágicas, varas de condão, ou ainda varas mágicas tem um papel muito importante nos contos, própriamente ditos, de fada.

As varinhas de condão, ou varinhas mágicas, varas de condão, ou ainda varas mágicas quase sempre são as responsáveis pelo bem estar dos personagens pré-selecionados para terminarem o conto, a história, o mito, a adenota, ou a lenda vivos felizes para sempre.




Eu sei que você já reparou, mas não custa mencionar o quão sexy é a Sininho poder de influência que esses personagens com varinhas de condão, ou varinhas mágicas, varas de condão, ou ainda varas mágicas tem tinham sobre nós quando éramos apenas pobres criaturas indefesas, afetadas pelo terrível supremo marketing da Sra. Disney (não preciso mencionar que algumas pessoas ainda são).
Mas isso não vem ao caso.

O assunto é varinhas de condão, ou varinhas mágicas, varas de condão, ou ainda varas mágicas. 
A imagem em destaque ao lado pode parecer uma estrela anexa à uma vara. Não se engane. Ela representa uma varinha mágica, ou vara de condão, ou ainda uma vara mágica.










Os fatos são:
  1. Varas/varinhas são bonitinhas;
  2. Varas/varinhas são mágicas;
  3. O Harry Potter também usa;
  4. A Sininho é sexy demais pra aparecer em um desenho animado;
  5. Fuck Capitalism;
  6. O blog acaba de perder credibilidade;
  7. Nada disso tem sentido.
Bom verão à todos!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Mamutes Híbridos

Pra ninguém ficar perdido: 
  • Híbrido (latim hibrida, -ae, animal resultado de cruzamento de espécies) adj. s. m. Diz-se de ou animal proveniente de duas espécies diferentes (ex.: o mulo é animal híbrido). 
Olha só que beleza! Imagine ter um desses no seu quintal. Fofura, meu!
Sou fã do Many.

Pois é. De algum jeito, encontraram sêmem congelado dessa criatura. Como? Não sei. Mas tenho minhas hipóteses. Sempre tenho.
Talvez o nome do animal derive-se de alguma prática sexual comum do animal em questão. 
Mas isso não vem ao caso.


O fato é que o número de cromossomos das células dos mamutes é diferente do número de cromossomos do seu priminho, Elefante, e, por isso, não há como simplesmente vestir um luvão veterinário, fazer o trabalho sujo na pobre Elefanta e ressuscitar essa terrível e poderosa raça.

Mas ainda podemos ter meio Many!
Pra quem não sabe, os Mamutes foram extintos há 12000 anos atrás e os mesmos presentes nos filmes da série "A Era do Gelo" são fictícios, criados em computador.
 
Com o cruzamento genético, originaria-se um descendende estéril. Meio elefante, meio mamute. Pensa que bicho lindo.

... Pen$a na grana com todo esse marfim...

Reprodução Assexuada

  • Mitose
Essa é a palavra chave da reprodução privada de sexo. Apesar de muitos afirmarem que isso se trata de uma inflamação no Mito.
O primeiro aspecto que devo ressaltar é que você não tem o azar de ser um indivíduo assexuado.
Até aí, tudo bem.
O segundo aspecto, muito interessante, é de que o Bob Esponja, teoricamente, é um ser assexuado.
O terceiro aspecto, o mais relevante, é de que os seres vivos só surgem a partir de outros seres vivos semelhantes a eles por meio da reprodução.
Mas isso não interessa.
Nada disso interessa.
Vamos ao que interessa...
Observe a figura ao lado:
(Que atire a primeira pedra no monitor quem nunca desenhou isso).
Essa porra ilustração demonstra mal e porcamente como ocorre a bipartição das células em questão (unicelulares).
Essas células, não necessariamente essas, - que mais parecem chicletes Kriptonita, aqueles que ardem tipo bicho na boca, até você se acostumar e mascar o suficiente pra adquirir cirrose ou algum outro tipo de câncer no sistema digestório, e ter de ser submetido à um tratamento longo e demorado que pode resultar em diversas complicações, como infecção hospitalar, erro médico, etc. e não dar mais pra você... - não são as únicas criaturas que criam outros indivíduos sem ao menos se divertirem. (Releia as informações de antes do hífen, porque com certeza você esqueceu).
A hidra - essa lombriga sem forma que você pode ver ao lado - é um exemplo de um pobre coitado animal pluricelular que pode viver para sempre! Isso mesmo! Gostou?
Agora imagine ser um animal assexuado e viver para sempre. Qual é a porra da graça?
Santa meiose!












P.S.
  1. Quero ver alguém reclamar da vida sexual depois dessa... 
  2. Quero ver alguém abusar de Kriptonita depois dessa...
  3. Você nunca mais vai ver o Bob Esponja com os mesmos olhos.